Sua escola precisa de mais leads ou precisa converter melhor os leads que já recebe?

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conversão de leads

Quando uma escola precisa aumentar o número de matrículas, uma das primeiras decisões costuma ser aumentar a geração de leads.

Mais investimento em Google Ads.

Mais campanhas no Instagram e Facebook.

Novas landing pages.

Novas campanhas promocionais.

Mais contatos chegando pelo WhatsApp.

Isso pode realmente aumentar as vendas.

Mas existe uma pergunta que deveria vir antes:

A escola está conseguindo aproveitar bem os leads que já recebe?

Imagine uma escola que gera 300 leads por mês e realiza 30 matrículas.

Sua conversão é de 10%.

Se simplesmente dobrar a geração para 600 leads mantendo a mesma eficiência comercial, teoricamente poderá chegar a 60 matrículas.

Mas existe outra possibilidade.

Se melhorar a conversão dos mesmos 300 leads de 10% para 15%, serão 45 matrículas sem precisar aumentar a quantidade de leads.

Por isso, antes de concluir que o problema é falta de interessados, vale investigar o caminho existente entre:

Lead → Atendimento → Conversa → Follow-up → Matrícula.

É nesse intervalo que muitas oportunidades podem estar sendo perdidas.


Marketing gera o lead. Mas alguém precisa transformá-lo em matrícula

Existe uma diferença importante entre geração de leads e vendas.

Marketing consegue despertar interesse.

Uma pessoa pesquisa determinado curso, vê um anúncio, acessa uma página e solicita informações.

Nesse momento, temos um lead.

Ainda não temos um aluno.

Entre uma coisa e outra existe uma operação comercial.

Alguém precisa:

  • entrar em contato;
  • entender o interesse;
  • explicar o curso;
  • identificar objeções;
  • apresentar condições;
  • acompanhar;
  • realizar follow-up;
  • conduzir a decisão;
  • fechar a matrícula.

Quanto maior o investimento em geração de leads, mais importante se torna essa operação.

Caso contrário, a escola pode estar comprando oportunidades que não consegue aproveitar adequadamente.


1. Quanto tempo sua escola demora para atender um novo lead?

Comece por uma informação extremamente simples:

Qual é o tempo médio entre o lead demonstrar interesse e receber o primeiro atendimento?

Cinco minutos?

Trinta minutos?

Duas horas?

No dia seguinte?

Não sabemos?

Esse último cenário merece atenção.

Quando alguém solicita informações sobre um curso, normalmente está vivendo um momento de interesse.

Pode estar pesquisando outras escolas simultaneamente.

Pode enviar mensagens para três instituições.

Pode conversar com amigos.

Pode mudar de ideia.

O interesse possui uma janela.

Por isso, velocidade de atendimento não é apenas uma questão operacional.

É uma variável comercial.

A primeira medição que faremos, portanto, não é:

Quantos leads recebemos?

É:

Quantos leads recebemos e quanto tempo demoramos para atendê-los?


2. Quantos leads realmente recebem atendimento?

Agora surge uma segunda pergunta.

Dos leads gerados no último mês:

quantos receberam pelo menos uma tentativa de contato?

Depois:

quantos receberam mais de uma tentativa?

É possível encontrar operações nas quais marketing apresenta determinada quantidade de leads enquanto o comercial efetivamente trabalha apenas uma parcela deles.

Isso cria uma distorção.

A empresa acredita que possui um problema de qualidade de leads quando pode existir também um problema de capacidade de atendimento.

Se uma escola gera 500 leads e sua equipe consegue trabalhar adequadamente apenas 250, aumentar o investimento para gerar 700 provavelmente não resolverá o principal gargalo.

Pode apenas aumentar o desperdício.


3. “O lead não respondeu” não encerra necessariamente uma oportunidade

Esse é um ponto particularmente importante em operações de volume.

O interessado preenche o formulário.

O vendedor chama pelo WhatsApp:

Olá, tudo bem? Vi que você solicitou informações sobre nosso curso.

Nenhuma resposta.

O lead é abandonado.

Mas não responder à primeira mensagem não significa necessariamente ausência de interesse.

A pessoa poderia estar:

  • trabalhando;
  • dirigindo;
  • em aula;
  • sem disponibilidade naquele momento;
  • recebendo muitas mensagens;
  • pretendendo responder depois;
  • pesquisando várias opções.

Por isso, precisamos diferenciar:

lead sem interesse

de

lead que ainda não conseguimos contatar.

São situações comerciais diferentes.


4. Existe uma rotina de follow-up?

Considere outro cenário.

O lead respondeu.

Perguntou:

“Quanto custa?”

Recebeu o preço.

Respondeu:

“Vou pensar.”

O que acontece depois?

Se a resposta for:

“Esperamos ele retornar.”

existe uma oportunidade de melhoria.

Follow-up não significa pressionar alguém diariamente para comprar.

Significa possuir um processo para acompanhar pessoas que demonstraram interesse, mas ainda não tomaram uma decisão.

Dependendo da operação, esse acompanhamento pode incluir:

  • esclarecer dúvidas;
  • explicar diferenciais;
  • apresentar datas das próximas turmas;
  • enviar informações sobre o curso;
  • apresentar condições;
  • responder objeções;
  • retomar o contato em momento combinado.

A matrícula nem sempre acontece na primeira conversa.

Por isso, a qualidade do acompanhamento pode influenciar diretamente a conversão.


5. Sua equipe vende ou apenas responde perguntas?

Essa diferença é enorme.

Observe algumas conversas realizadas com leads.

O atendimento se resume a:

Qual o valor?

R$ X.

Qual o horário?

Das 19h às 22h.

Obrigado.

Disponha.

Isso é atendimento.

Não necessariamente é venda.

Uma abordagem comercial procura entender:

Por que aquela pessoa está procurando o curso?

Ela quer entrar no mercado de trabalho?

Busca uma nova profissão?

Precisa da formação para melhorar sua renda?

Já trabalha na área e precisa se especializar?

Está comparando instituições?

A partir dessas informações, a conversa deixa de ser apenas uma tabela de preço e horários.

Passa a relacionar o curso com a necessidade daquele potencial aluno.

Isso exige uma postura comercial.


6. Quantas conversas terminam quando o interessado pergunta o preço?

Esse indicador merece atenção especial.

Cursos podem apresentar uma característica importante:

o potencial aluno frequentemente pergunta o preço muito cedo.

Se a conversa imediatamente se transformar em:

curso → preço → desconto → matrícula

a escola corre o risco de reduzir toda a proposta de valor a uma comparação financeira.

Antes disso, o vendedor precisa compreender o contexto e conseguir apresentar:

  • proposta do curso;
  • aplicação profissional;
  • metodologia;
  • estrutura;
  • diferenciais;
  • certificação, quando aplicável;
  • horários;
  • duração;
  • condições;
  • adequação ao objetivo do interessado.

Preço continuará sendo importante.

Mas ele passa a existir dentro de uma decisão mais completa.


7. Marketing e comercial medem a mesma coisa?

Marketing normalmente acompanha:

CPL — custo por lead.

Esse indicador é importante.

Mas sozinho pode levar a decisões erradas.

Imagine:

Campanha A

100 leads
CPL: R$10
10 matrículas

Campanha B

100 leads
CPL: R$18
25 matrículas

O lead da campanha B custa 80% mais.

Mas produz muito mais matrículas.

Se analisarmos somente CPL, poderíamos reduzir justamente o investimento na campanha comercialmente mais eficiente.

Por isso, a operação precisa avançar para indicadores como:

Custo por lead → taxa de contato → taxa de qualificação → taxa de matrícula → custo por matrícula → receita.

É nesse ponto que marketing e vendas deixam de funcionar como áreas isoladas.


8. Descubra onde os leads estão sendo perdidos

Um funil simples já pode revelar muita coisa.

Imagine:

500 leads recebidos

400 receberam tentativa de contato

280 responderam

200 demonstraram interesse real

120 avançaram na negociação

50 realizaram matrícula

Agora conseguimos perguntar:

onde está a maior perda?

Se muitos leads nem recebem atendimento, temos um problema operacional.

Se recebem atendimento mas não respondem, precisamos investigar velocidade, canais, abordagem e origem.

Se conversam mas não avançam, podemos investigar qualificação, argumento comercial, oferta ou público.

Se avançam mas não fecham, podemos analisar objeções, preço, concorrência, follow-up e condições.

Isso é muito mais útil do que concluir:

“Os leads estão ruins.”


9. Antes de aumentar o orçamento de marketing, calcule sua conversão

A conta é simples:

Número de matrículas ÷ número de leads × 100

Exemplo:

300 leads.

30 matrículas.

Conversão = 10%.

Esse número isoladamente ainda não diz se a operação é boa ou ruim. Cursos, públicos, canais, ticket, regiões e processos diferentes podem produzir comportamentos completamente diferentes.

Mas ele cria uma linha de base da própria escola.

Agora podemos acompanhar:

Janeiro: 8%

Fevereiro: 9%

Março: 11%

Abril: 13%

Estamos melhorando.

Ou:

Janeiro: 12%

Fevereiro: 10%

Março: 8%

Abril: 7%

Algo está acontecendo.

A gestão passa a enxergar o processo.


10. O CRM começa a ter um papel importante

Quando existem dezenas ou centenas de leads, controlar tudo apenas pelo WhatsApp começa a criar limitações.

Quem precisa receber contato hoje?

Quem pediu retorno amanhã?

Quem está esperando falar com os pais?

Quem pediu para retornar depois do pagamento?

Quem demonstrou interesse na próxima turma?

Quem recebeu proposta?

Quem deixou de responder?

Um CRM permite organizar essas informações e estruturar o processo:

Lead → Contato → Interesse → Negociação → Matrícula

Além disso, pode registrar:

  • curso de interesse;
  • origem do lead;
  • vendedor responsável;
  • última atividade;
  • próxima atividade;
  • motivo da perda;
  • campanha;
  • resultado.

Isso permite descobrir não apenas quantos leads chegaram, mas o que aconteceu com eles.

No nosso conteúdo sobre CRM e processos comerciais, explicamos por que a tecnologia funciona melhor quando existe primeiro clareza sobre o processo que queremos executar.

Leia também: Sua empresa precisa de CRM ou primeiro organizar o processo comercial?


11. Existe ainda uma terceira possibilidade: falta capacidade comercial

Depois de analisar tudo isso, podemos chegar a uma conclusão diferente.

O marketing está funcionando.

Os leads possuem qualidade.

Existe demanda.

Mas a estrutura atual simplesmente não possui capacidade para atender e acompanhar adequadamente o volume gerado.

Nesse caso, aumentar o número de vendedores ou estruturar uma operação de Inside Sales passa a fazer sentido.

Inside Sales é uma operação de vendas realizada predominantemente por canais remotos, como telefone, WhatsApp, videoconferência e e-mail.

Para uma escola que recebe leads digitais, essa estrutura pode assumir justamente o trecho:

Lead gerado → contato → qualificação → acompanhamento → matrícula.

A questão deixa de ser somente:

“Como gerar mais leads?”

e passa a incluir:

“Temos estrutura comercial suficiente para converter a demanda que já geramos?”


Mais leads ou mais conversão?

As duas coisas podem ser necessárias.

Uma escola pode precisar aumentar sua geração de demanda e simultaneamente melhorar seu processo comercial.

Mas existe uma ordem lógica para investigar.

Antes de colocar mais dinheiro em aquisição, responda:

Quantos leads recebemos?

Quantos são atendidos?

Quanto tempo levamos para atender?

Quantos respondem?

Quantos recebem follow-up?

Quantos avançam?

Quantos realizam matrícula?

Por que os demais não compram?

Se a escola ainda não possui essas respostas, existe provavelmente uma oportunidade de aumentar resultados antes mesmo de aumentar a quantidade de leads.


Sua escola gera leads, mas eles não estão virando matrículas?

A EMGE estrutura operações comerciais para empresas que já geram demanda e precisam melhorar o atendimento, acompanhamento e conversão dos leads.

Podemos atuar na análise do processo atual, organização do funil, CRM, indicadores e também na estruturação ou execução da operação de Inside Sales, acompanhando os leads desde o primeiro contato até o fechamento.

O primeiro passo é entender onde as oportunidades estão sendo perdidas.

→ Solicite uma análise da sua operação de atendimento e conversão de leads.

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Conte com a EMGE!

Líder nacional em Gestão Comercial Profissional e Terceirização de forças de vendas, atendemos as necessidades comercias de empresas de todos os portes e atuações, de maneira individual ou integrada.

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